10 abr 2021 às 19:35 hs |
Vilã da informação, gasolina chega a custar R $ 5,99 em Mato Grosso do Sul
Pequisa da ANP varia entre R $ 5.479 e R $ 5.999 no preço praticado no Estado
Preço médio da gasolina é de R $ 5.583 no Estado – Foto: Arquivo / Correio do Estado

O preço médio da gasolina registrou ligeira queda, de -2,28% na última semana em Mato Grosso do Sul.

Nesta semana, o preço médio do combustível no Estado é de R $ 5.583, enquanto na semana anterior era de R $ 5.713.

É o que levantado realizado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), com dados até este sábado (10).

Considerando os preços mínimo e máximo, o combustível foi encontrado sendo comercializado de R $ 5.519 em um dos postos de combustíveis, a R $ 5.999 em outro.

Pesquisa foi realizada em 30 postos de combustíveis do Estado, entre os dias 4 a 10 de abril.

No fim de março, o valor médio do litro da gasolina era de R $ 5.658 em Mato Grosso do Sul.

Em Campo Grande, o preço seguiu a tendência do Estado, fechando uma semana com o litro da gasolina a R $ 5.567, o que representa uma queda de 0,84% em relação a semana anterior, quando o valor médio foi de R $ 5.614 .

Nos 20 postos pesquisados ​​na Capital, o preço varia de R $ 5.479 a R $ 5.749.

Ponta Porã é a cidade do Estado onde a gasolina é mais cara, comercializada no preço médio de R $ 5.922, mas sendo encontrada com valores entre R $ 5.799 e R $ 5.999.  

Observar todos os estados, Mato Grosso do Sul ocupa a 11ª posição no ranking da gasolina mais cara.

Inflação

O reajuste no preço dos combustíveis, principalmente o etanol e a gasolina, que tiveram alta de 17,58% e 11,5%, respectivamente, impulsionaram a informação em Campo Grande , que fechou o mês de março em 0,96%.

Pela terceira vez consecutiva no ano, a publicação da Capital ficou acima do nacional, que foi de 0,93%

Os combates estão inseridos no grupo Transportes, que teve aumento de 4,47%, após já terem registrado alta de 2,85% em fevereiro, sendo o maior do mês.

No ano, a gasolina acumula alta de 21,51%.

Fonte: Correio do Estado

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