30 abr 2021 às 08:29 hs |
PF toma Porsche do ano, Mustang e 4 Audis de traficantes
Quadrilha de criminosos ainda tinha 4 caminhonetes, R $ 67 mil em espécies, jóias e 1 Corolla

Durante a Operação Mamom, em Corumbá, na manhã desta quinta-feira (29), os agentes da Polícia Federal apreenderam uma fortuna em bens imóveis, joias, dinheiro vivo e veículos de luxo.

Os itens, tomados em aproximadamente R $ 1.720.000 milhões, foram apreendidos por ordem do juiz Dalton Igor Kita Conrado, da 5ª Vara Federal de Campo Grande.

Chamou a atenção dos agentes no local, a presença de carros de luxo, como um Porsche 718 Boxter ano 20/21 cor prata, avaliado em R $ 459 mil e um Ford Mustang, V6, ano 11/12 e quatro Audis. 

A Quadrilha de criminosos ainda tinha 4 caminhonetes 1 Corolla, R $ 67 mil em espécies, jóias e duas armas. 

Operação Mamon aconteceu nas cidades de Corumbá, Belo Horizonte (MG) e Quinta do Sol (PR). O objetivo é a desarticulação de uma organização criminosa voltada à lavagem de dinheiro.

Quinze mandados de busca e apreensão foram cumpridos por 60 policiais federais e, simultaneamente, foram apreendidos 61 veículos e quatro imóveis.

As investigações apontam que o grupo vence em lavagem de dinheiro, ostenta um elevado padrão de vida e vale de um complexo esquema de lavagem de dinheiro.

Ainda de acordo com a Polícia Federal o esquema envolve sistema bancário, operadoras de crédito, cheques, compra e venda de veículos, transações em espécie. Somente em 2020, os criminosos movimentados mais de R $ 20 milhões.  

O grupo também usa laranjas e empresas de fachada para ocultação de bens e valores provenientes de diversos crimes como tráfico de drogas e contrabando.  

Os mandados foram expedidos pelo Juízo da 5ª Vara Federal de Campo Grande e a ordem judicial também determinou a suspensão de atividades econômicas de quatro empresas de fachada, além do bloqueio de valores em contas bancárias.  

Os investigadores identificados pelos crimes de lavagem de capitais e organização criminosa. As penas, somadas, podem ultrapassar 15 anos de prisão.  

Fonte: Correio do Estado

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